domingo, 29 de abril de 2012

Alimentos anti-estresse combatem a depressão e a ansiedade


Conheça algumas opções capazes de melhorar seu ânimo e vitalidade

Por Especialistas
Conteúdo por:
Daniela Cyrulin
Especialidade:
Nutrição

Mulheres que são mães, donas de casa e profissionais, tudo ao mesmo tempo. Homens bem sucedidos e que praticam esportes como atletas. Crianças que além das provas, ainda possuem muitas atividades após as aulas. Adolescentes em fase de vestibular. Com essa vida corrida é inevitável sentir os efeitos da pressão. No entanto, existem maneiras de amenizar estes sintomas. Que tal aliviar o stress através da alimentação? Existem alguns alimentos que podem ajudá-lo!

Alface: substâncias encontradas principalmente nos talos das folhas como a lactucina e lactupicrina, atuam como calmantes naturais.

Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, assim como o magnésio, o fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B, que garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.
Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio, que agem diretamente no cérebro. Cereais integrais e chocolate (com moderação) também são ótimas fontes de zinco. O selênio também pode ser encontrado no atum enlatado e na carne de peru.

Laranja: promove o melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular, ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga. A fruta é rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do Complexo B. A ingestão de vitamina C inibe a liberação de cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse no corpo.

Castanha-do-pará: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. Também é rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária recomendada de 350mg.
Alimentos ricos em vitaminas do complexo B: Quando o estresse está presente, o corpo utiliza a glicose desordenadamente, consumindo então as proteínas do músculo como fonte de energia. O ideal então é se alimentar de alimentos ricos em carboidratos complexos e uma dose extra de proteína magra como: leite em pó, queijo minas, amêndoas e carne que contém vitamina B12; ovo, leite, banana, aveia, batata, ricos em vitamina B6.

Maracujá: Ao contrário do que diz a crença popular, a fruta não é calmante, mas sim suas folhas. As folhas contêm alcalóides e flavonóides, substâncias depressoras do sistema nervoso central (SNC), o conjunto do cérebro com a medula espinal, responsável pela sensibilidade e pela consciência. Por isso, elas atuam como analgésicos e relaxantes musculares.

A vitamina que barra a anemia


    Fonte: Revista Saúde!

Duas pesquisas nacionais levantam o moral da vitamina A: além de fazer bem à saúde da pele e dos olhos, ela é essencial no combate a essa doença do sangue
por julliane silveira • fotos dercílio
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Basta falar de anemia que já se pensa em carência de ferro. "Afinal, as hemoglobinas, moléculas que transportam o oxigênio no sangue, são constituídas por ele", explica, logo de cara, Sandra Fátima Menosi Gualandro, professora de hematologia e hemoterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a USP. Portanto, sem o famoso mineral que participa do transporte de oxigênio, literalmente falta ar para as células trabalharem, o que costuma resultar em tonturas, abatimento e até palpitações. Entretanto, essa estrela não faz todo o seu show sozinha — muito longe disso.

Na Universidade de Brasília (UnB), a nutricionista Fabiani Beal observou que, em ratos, a ausência de vitamina A implica menos ferro no sangue. O trabalho é tão contundente que será publicado no British Journal of Clinical Nutrition, um dos principais periódicos científicos da área de nutrição. Durante o estudo, Fabiani constatou que a tal vitamina interfere em genes que ativam a produção de substâncias envolvidas no metabolismo do ferro. Só para citar um exemplo, privar-se da protagonista desta reportagem culmina em uma produção enorme do hormônio chamado hepsidina. "Quando há excesso dessa substância, o organismo entende que há pouco ferro disponível e, então, o retém nos tecidos, impedindo seu aproveitamento na corrente sanguínea", explica Fabiani. Traduzindo: a falta de vitamina A impede que o mineral seja bem utilizado, mesmo quando o cardápio está cheio dele.

"O paciente precisa investigar a verdadeira causa da anemia. Não adianta ficar suplementando a alimentação com ferro sem tratar outras eventuais deficiências nutricionais", alerta Fernanda Ribeiro Rosa, nutricionista da UnB que averiguou justamente os potenciais efeitos nocivos de uma carga elevada do mineral combinada com pouca vitamina A. A descoberta é preocupante: o quadro acima, em que o ferro vai se acumulando cada vez mais nos tecidos, resulta em um aumento no corpo de radicais livres, moléculas instáveis que aceleram o envelhecimento e contribuem, entre outras coisas, para o aparecimento de males como diabete e câncer.

Como não adianta encher o prato com fontes de ferro sem se preocupar em ingerir a quantidade correta de vitamina A, procure ter uma alimentação variada em todas as refeições. "As carências nutricionais quase sempre estão associadas entre si, ampliando e potencializando as consequências ruins de uma deficiência isolada", reforça o pedido Abykeyla Tosatti, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo.

O consumo diário deve ser de 900 microgramas de vitamina A para os homens e de 700 para as mulheres. "É possível alcançar uma ingestão adequada com alimentos como fígado bovino e ovos", exemplifica o nutricionista Alexandre Rodrigues Lobo, pesquisador do Laboratório de Minerais em Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. E, vale destacar, alimentos de origem animal costumam ser os campeões em concentração desse nutriente tão procurado.

Só que não dá para se valer do fígado e do ovo todo santo dia — principalmente se você é vegetariano ou se não aprecia o sabor dessas opções. A solução é, de novo, diversificar e apostar em vegetais como a cenoura, a abóbora, a manga, o damasco, o caqui e até as folhas verdeescuras. "Consumindo de cinco a oito porções de frutas, legumes e verduras por dia, você certamente atingirá os valores adequados", garante a nutricionista Fabiani Beal. Para potencializar a absorção da vitamina A desses vegetais, procure comê-los junto com uma pitada de gordura, de preferência insaturada — azeite na receita é sempre uma boa pedida para ajudar o organismo a aproveitá-la. E o melhor: a vitamina A não se perde durante o cozimento, o que amplia as opções do seu cardápio, não é mesmo?

A vitamina C também tem papel superimportante no combate à deficiência de ferro. Isso porque ajuda o intestino a, digamos, sorver melhor o mineral e, depois disso, enviá-lo para dentro das artérias. Por isso, é fundamental investir rotineiramente em alimentos ricos nesse nutriente no café da manhã, no almoço e no jantar. Quer uma prova de que isso não é nada complicado? Um suco de acerola, assim como uma laranja ou um caju, serve como ótimo complemento a qualquer hora do dia.

outro aliado contra a anemia: um carboidrato Novas pesquisas sugerem que o frutooligossacarídeo, ou FOS, uma espécie de carboidrato, mas que atua de forma semelhante a uma fibra, também abre as portas dos vasos para a entrada de ferro. "Ensaios no nosso laboratório mostram que o frutooligossacarídeo acelerou a recuperação da anemia em animais", destaca o nutricionista Alexandre Lobo. "Essa substância é encontrada na cebola, no alho e em raízes tuberosas", exemplifica.

Além disso, fique atento aos níveis de ácido fólico e de vitamina B12. Quando estão em falta, há um aumento do risco de um tipo de anemia que ganhou a alcunha de megaloblástica — e, nesse caso, o problema não tem relação direta com o ferro. Na realidade, doses baixas desses benfeitores afetam a saúde dos glóbulos vermelhos em si, também conhecidos como hemácias. "Na ausência desses nutrientes, essas células morrem depressa, sem dar tempo ao corpo de repô-las a contento", constata Fabiani Beal. E, como a hemoglobina vive dentro dos glóbulos vermelhos, o transporte de oxigênio fica comprometido.

Para evitar essa forma de anemia, abasteça a geladeira com abacate, aspargo, espinafre e feijão-preto, todos lotados de ácido fólico. E, no caso da B12, reserve um espaço ao fígado — de novo ele! —, assim como à batata e a farinhas fortificadas. Com a cozinha repleta de opções saudáveis como essas, dá para variar o menu consideravelmente, mantendo sempre o sangue em sua composição ideal.

Onde mais a vitamina A age
emagrecimento Altos níveis dessa vitamina patrocinam a saciedade e diminuem o tamanho das células que armazenam gordura.

Sistema imune
A molécula em questão suprime as infecções ao estimular a produção de células de defesa do organismo.

Combate ao câncer
Estudos iniciais mostram que a substância controlaria a proliferação celular e, assim, inibiria certos tumores.

Pele mais bonita
Seu efeito antioxidante neutraliza os radicais livres, que envelhecem o tecido cutâneo. A vitamina ainda protege a tez dos efeitos do sol.

O que sabota o ferro
Da mesma forma que a vitamina A ajuda na sua absorção, outros elementos a atrapalham. Bebidas ricas em taninos, caso do café, devem ser evitadas por duas horas após a ingestão de uma fonte do mineral. O ideal é que farelos de trigo ou de aveia também sejam consumidos separadamente por apresentarem outra classe que prejudica o ferro, os fitatos. "Contudo, quem possui uma dieta variada não precisa se preocupar muito com essas combinações", tranquiliza Alexandre Lobo, nutricionista da Universidade de São Paulo.

Sopa alaranjada
Com estes ingredientes, dá para fazer um delicioso caldo de abóbora, vegetal lotado de carotenoides. No organismo, essas substâncias se transformam na vitamina A. Já o frango desfiado e o alho poró, além do toque saboroso, oferecem pitadas de ferro que debelam a palidez de uma anemia. Para acompanhar — e complementar a oferta da vitamina —, nada melhor do que uma goiaba.

Omelete nota A!
Só o ingrediente principal deste simples porém delicioso prato aumentaria bastante as reservas de vitamina A. Com o espinafre na receita, então, nem se fala! E o laranja da cenoura que vem de acompanhamento já entrega suas taxas fartas de carotenoides, precursores do aclamado nutriente.


A necessidade de zinco para os cabelos


Seleções - Reader's Digest – seg, 9 de abr de 2012 10:58 BRT
O zinco é um componente essencial dos pêlos – estima-se que os cabelos das crianças contenham de 125 a 225 mcg de zinco por grama de fio. Em alguns estudos, constatou-se que a deficiência de zinco provoca queda dos pêlos, excessiva fragilidade do fio, escassez de cabelo e ausência de pêlos pubianos. A deficiência de zinco é a causa da queda de cabelo na acrodermatite enteropática, uma doença caracterizada por alopecia, diarréia e dermatite. Há perda difusa e significativa dos fios, e os restantes não têm pigmento, tornando-se frágeis e propensos à quebra excessiva.
Embora o zinco possa ser encontrado em diversos alimentos, sua absorção depende da composição da alimentação. O risco de deficiência de zinco é maior quando se consomem muitos cereais não refinados e pouca proteína animal.
1 - Os fitatos existentes nos cereais integrais, leguminosas e outras hortaliças ligam-se ao zinco, impedindo sua absorção.
2 - As proteínas de origem animal aumentam a absorção do zinco existente nos alimentos.
3 - A deficiência de ácidos graxos essenciais (AGE) comprovadamente causa queda de cabelo. Os AGE são divididos em dois grupos – ômega-3 e ômega-6 – e podem ser encontrados em peixes gordurosos, assim como hortaliças e carne vermelha. (Fonte: Pele, Cabelos & Unhas – Reader´s Digest)

Aposte na alimentação certa para aumentar a saciedade


Sucos, vitaminas e até o arroz com feijão entram no cardápio que mata a fome e emagrece

Por Camila Michel
Por Minha Vida
Não passou nem uma hora que você almoçou, mas a fome já começa a aparecer? E, quando você come, os ataques de gula são frequentes? Por isso, a solução para não bater de frente com a dieta é apostar em um prato com alimentos ricos em nutrientes com forte poder de saciedade. Isso mesmo, a ideia é retardar a sensação de fome e evitar que você fique beliscando guloseimas ao longo do dia. "Um elevado poder saciante é encontrado em alimentos ricos em proteínas, fibras e água, enquanto alimentos ricos em gordura apresentam baixa capacidade de controlar o apetite (Começar minha dieta) ", explica a nutricionista Patrícia Bertolucci.

Se a vontade de devorar o mundo é a grande inimiga da dieta, a saída é montar um cardápio repleto de comidas que enchem o estômago e ainda ajudam a eliminar os quilos extras. Logo abaixo, montamos uma lista de opções que vão muito além das verduras ricas em fibras.  

Café da manhã reforçado
Para não sentir fome ao longo do dia, o ideal é saborear um café da manhã rico em nutrientes, assim não chegamos na hora do almoço querendo abocanhar tudo o que vemos pela frente.

"A mistura de uma xícara de frutas picadas coberta com um pote de iogurte light, duas colheres de sopa de granola e uma colher de sopa de geleia resulta em um sabor intenso que mata a vontade de comer doce ao longo do dia", recomenda a nutricionista Cyntia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria."Essa mistura é rica em fibras e, além de não prejudicar o regime, ajuda a não sentir fome".

De acordo com a nutricionista Patrícia Bertolucci, é importante não deixar alguns grupos de alimentos de fora do desjejum. São eles:

Cereais integrais: prefira a versão integral dos carboidratos, que auxilia no trânsito intestinal, já que possuem mais fibras. Eles também contribuem para a saciedade, pois demoram mais para serem digeridos.

Laticínios: as proteínas presentes nos laticínios oferecem maior saciedade, pois a digestão é mais lenta, retardando o esvaziamento gástrico e, consequentemente, a fome.

Frutas: são excelentes fontes de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes vitais para o bom funcionamento do nosso corpo. As frutas de cor alaranjada, ricas no pigmento betacaroteno, como o mamão, contém vitamina A, que é importante para manutenção da saciedade.  
Vitamina poderosa
No meio da tarde ou antes do almoço, uma aliada para espantar a fome é a vitamina. Com os ingredientes certos, você aproveita todos os benefícios e garante muita saciedade. "Optar pelas vitaminas com alimentos de cor alaranjada (cenoura, laranja, mamão), também é uma ótima opção para afastar a fome. Sem contar que a vitamina A, presente nessas frutas e legumes, auxiliam o funcionamento dos pulmões e do coração, dos olhos e do sistema imunológico", explica a nutricionista Patrícia Bertolucci.  

Receita de Smoothie de mamão

Ingredientes
- 1 fatia de mamão
- 3 ameixas pretas sem caroço deixadas de molho
-1 colher (sobremesa) de semente de linhaça triturada
- ½ copo de leite de soja gelado

Modo de preparo
Coloque as ameixas e a água das ameixas no liquidificador. Junte o restante dos ingredientes e bate no liquidificador. Sirva em seguida.  

Almoço
Para a hora do almoço, existem diversas opções de pratos que ajudam a manter a saciedade e te livram da fome que aparece no meio da tarde.

Aposte no arroz com feijão
A dupla é aliada da dieta. O arroz possui várias vitaminas do complexo B, carboidratos, cálcio, folato e ferro. Já o feijão é um alimento rico em proteína vegetal, fibras, fonte de ferro e vitaminas do complexo B. "Ele é um tipo de amido resistente, ou seja, o carboidrato do feijão demora mais tempo para se transformar em glicose (açúcar no sangue), evitando picos de insulina e que o metabolismo fique lento". "Além do valor nutricional, a ingestão do arroz com feijão proporciona uma saciedade de longa duração, muito diferente do hambúrguer, por exemplo, que nos faz sentir empanturrados e, em pouco tempo, sentir fome", diz Patrícia Bertolucci.

Vegetais até o talo
Outra dica para deixar seu almoço farto de nutrientes, é apostar nos talos de vegetais, que ajudam a dar sustância. "Eles deixam as refeições mais completas já que apresentam um número grande de nutrientes, assim a fome demora mais para voltar. Podemos optar pelos talos de couve-flor, nabo, beterraba e adicioná-los a farofas, no cozimento do arroz e em sopas. As opções são supervariadas", diz a nutricionista Patrícia.  
Uma dica para o jantar
Para que o jantar esteja equilibrado, é necessário ter um alimento de cada grupo alimentar, no entanto, consumidos em menores quantidades. "Assim, a fome não aparece no meio da noite e acordamos com o apetite controlado para o café da manhã", diz Patrícia. O jantar deve conter:
- Carboidratos (arroz integral, batata, macarrão integral)
- Leguminosas (feijão, soja, grão de bico)
- Carne (frango, carne vermelha magra, peixe)
- Verduras (alface, rúcula, agrião)
- Legumes
- Frutas (maçã, pera, uva)

Aposte nas folhas
As folhas verdes são campeãs de fibras e também contam com outra particularidade quando o assunto é saciedade. "Elas exigem muita mastigação. Este é um mecanismo fundamental para o cérebro avisar a hora certa de você parar de comer", explica Patrícia. "Não deixe de acrescentar ao seu prato alimentos ricos em fibras (alimentos integrais), que possuem baixo índice glicêmico e dão uma sensação de saciedade maior, evitando a fome alguns minutos depois do jantar", dia a nutricionista.

Apnéia do sono pode trazer complicações como hipertensão e arritmias cardíacas


Homens são os mais atingidos pela doença que atrapalha o descanso noturno

Publicado por Minha Vida

O Sono é atividade essencial para manter a saúde e melhorar a qualidade de vida além de ser considerado um período de repouso para o corpo e para mente. Porém para muitas pessoas essa não é uma realidade, a apnéia obstrutiva pode gerar diversos problemas para saúde e principalmente acabar com o conceito de um sono tranqüilo.

É uma doença caracterizada principalmente por pequenas interrupções durante o sono e o principal resultado é uma sensação de noite mal dormida, de sonolência e de fadiga no dia seguinte.

A Pneumologista Lia Azeredo Bittencurt, da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, explica que fatores como idade acima de 40 anos, obesidade, consumo de bebidas alcoólicas e cigarro fazem com que a musculatura da faringe fique flácida, tornando a pessoa propensa a sofrer de apnéia.

Ao dormir, ocorre um relaxamento da musculatura, então é muito freqüente roncar. É um sinal de apnéia se a pessoa está roncando e de repente faz um silêncio, este silêncio é porque a garganta fechou, é uma parada respiratória", completa.

Além disso, a apnéia traz conseqüências e desconfortos imediatos. "A garganta fica estreitada e a pessoa tem pequenos despertares para tentar voltar a respirar. No dia seguinte ocorre o cansaço, a sonolência e a memória ruim", comenta a médica.

A apnéia obstrutiva do sono é mais freqüente nos homens: cerca de 4% das mulheres tem a doença, enquanto ela atinge aproximadamente 9% dos homens.

Acabe com as pegadinhas que envolvem a alimentação saudável


Nem sempre ter um prato verdinho é garantia de que você está se alimentando direito

Nutricionista da Unifesp: Camila Leonel.  

Você pensa que ter uma alimentação saudável é sempre positiva? Pois, saiba que, assim como tudo o que é exagero faz mal, não poderia ser diferente em relação aos hábitos alimentares saudáveis. A nova onda de comida orgânica e livre de gordura trans pode estar difundindo na cabeça das pessoas a essencialidade dos bons hábitos alimentares. Isso é bom, mas o que dizer quando a diferença entre preocupação com a alimentação vira obsessão? Acredite, isso já foi notado na população e está sendo chamado pelos especialistas de ortorexia.

A chamada ortorexia nervosa é caracterizada pela obsessão patológica pelo consumo de alimentos saudáveis e pelos cuidados com os alimentos. Segundo os especialistas, isso é prejudicial porque acaba interferindo em vários aspectos da vida da pessoa, tanto em relação ao tempo em que ela fica refém de preparar e escolher os alimentos, quanto ao convívio social. "A pessoa passa a não fazer refeições fora de casa, a não comer nada preparado por outra pessoa, ela se incomoda com os hábitos dos outros, ou seja, ela acaba perdendo o limite do que é cuidar da saúde e o que é obsessão", explica a nutricionista da Unifesp, Camila Leonel.  



Porém, a ortorexia é um conceito muito recente e ainda não é classificada como um distúrbio alimentar por falta de critérios para o diagnóstico. No entanto, o aparecimento dessa alteração do comportamento alimentar chama atenção para uma tendência do medo coletivo em relação à comida. "As pessoas estão ficando mais preocupadas com a qualidade de vida e com a saúde, mas acabam exagerando quando pensam que a alimentação se tornou algo ruim", diz a nutricionista da Unifesp.

Comer bem e direito não significa ter que excluir itens do cardápio, mas saber agrupar, combinar e reorganizar o cardápio de acordo com as necessidades e restrições de cada um. Para que você entenda melhor o que é preciso para ter uma alimentação realmente saudável, sem cair nas pegadinhas de senso comum e para celebrar o Dia Mundial da Alimentação, comemorado nesta sexta-feira (16), o Minha Vida foi desvendar algumas questões. Confira:  

1.Cortar de vez doces e gorduras
Errado. Muitas pessoas pensam que para reeducar a alimentação é preciso cortar o mal pela raiz. Porém, como ensina a nutricionista da Unifesp, Camila Leonel, comer guloseimas e gordura eventualmente não quer dizer ter uma alimentação ruim. "Existe uma faixa de consumo de gordura e de doces aceitável para se consumir todos os dias. Ninguém está livre de comer um doce ou de usar óleo para fazer comida. O problema é só quando isso passa a ser exagero", ensina a nutricionista. Na alimentação saudável entra de tudo. Por isso, não é nenhum crime querer um docinho de vez em quando.  



2.Quanto menos calorias melhor
As calorias são grandes inimigas de quem resolve fazer dieta? Não necessariamente. Segundo Camila Leonel quem quer ter uma alimentação saudável não precisa ficar se preocupando demais com as calorias. "Às vezes temos produtos alimentares que são mais calóricos e mais vantajosos. Um bom exemplo é um pão de forma normal e um pão de forma integral. O integral é até mais calórico, porém a quantidade de fibras compensa as calorias extras e acaba sendo melhor optar pelos integrais." É sempre melhor avaliar quais benefícios os alimentos podem trazer ao organismo em vez da quantidade de calorias que ele vai trazer.  

3.Só na saladinha
Dica: não fique. Se você pretende ter realmente uma alimentação saudável, não pode focar apenas em um grupo alimentar. Aqui cabe definir que a lógica da alimentação completa e equilibrada é, como ensina Camila Leonel, incluir no cardápio um pouco de cada grupo alimentar, ou seja, uma fonte de energia, vitaminas, minerais e proteínas. Se você ficar só na salada, dificilmente vai conseguir satisfazer todas as necessidades de nutrientes do seu organismo. Sem contar que uma hora vai enjoar de fazer sempre a mesma refeição. 

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4. Fora, industrializados!
Tem gente que faz uma verdadeira guerra contra eles. Mas, será que é válido dedicar todos os nossos esforços no combate aos industrializados ou é mais vantagem tentar controlar a qualidade e a quantidade do que ingerimos? É praticamente impossível viver apenas consumindo produtos naturais, por isso, a consciência de que ser saudável é equilibrar é, novamente, muito importante. Uma vez ou outra consumir um produto congelado ou enlatado não é problema, desde que se controle os excessos e se evite aqueles produtos que fazem mal especificamente para o seu organismo.  

5.Não gosto disso e não me faz falta
Dependendo do alimento, sim, você pode seguir seu desejo e evitá-lo. Desde que você ache um substituto equivalente.
"Se a pessoa apresenta uma resistência aos legumes, por exemplo, o ideal é que ele consuma bastantes frutas, que pertencem ao mesmo grupo alimentar. Mas, essa medida é a curto prazo, porque o trabalho que fazemos a longo prazo ensina que uma pessoa precisa começar a experimentar novos sabores para agregá-los à alimentação, propiciando variedade", ensina a nutricionista.  



6.Ser vegetariano é ser mais saudável
Não necessariamente. Um dos maiores mitos que se criou hoje em dia é em relação à comida vegetariana. Aqueles que resolvem aderir de vez o cardápio precisam ficar atentos se não estão fazendo as substituições erradas na hora de se alimentar. De acordo com o endocrinologista Fillipo Pedrinola, especialista do Minha Vida, a dieta vegetariana é caracterizada por níveis reduzidos de gorduras saturadas, colesterol e proteínas animais, e níveis superiores de carboidratos, fibras, potássio e antioxidantes. Mas isso não significa que os vegetarianos não engordem. "É frequente vermos vegetarianos acima do peso. Isso ocorre, na maioria dos casos, porque a dieta puramente vegetariana muitas vezes não é capaz de suprir a quantidade necessária de proteínas, a menos que seja muito bem orientada", afirma ele. 

7.Queime todos os carboidratos
Como toda fonte de energia, os carboidratos servem para serem gastos. Mas, alto lá: não se esqueça de repor tudo de volta. "Carboidratos são essenciais para o organismo, na medida em que são responsáveis por atividades corriqueiras como andar, correr e trabalhar", aponta Camila.
As pessoas costumam achar que precisam bani-los da dieta para não engordar. Tem até dieta que propõe cortes desse grupo. Mas isso, além de ser um erro, pode comprometer a saúde, uma vez que sua ingestão também alimenta as células do corpo, em especial as do sistema nervoso central. "Carboidratos não podem ser cortados da dieta. Muito pelo contrário, é recomendado seguir uma alimentação que forneça pelo menos 50% do seu total calórico deste grupo alimentar", ensina Camila Leonel.

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Acupuntura pode ser boa aliada no combate ao estresse


Melhoras costumam ser notadas a partir da quarta sessão

Por Minha Vida
Como pode uma agulha colocada em uma área qualquer do corpo levar à redução do estresse, um problema inicialmente emocional? "É que cada ponto utilizado na acupuntura corresponde a uma região específica do cérebro", explica o presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura (Amba), Ruy Tanigawa. Assim, o método mexe com neurotransmissores responsáveis por sintomas do estresse como ansiedade, irritabilidade, apatia, depressão, sono perturbado, libido reduzida, hipersensibilidade emocional, dificuldade de concentração e menor disposição para atividades físicas.

A acupuntura é desenvolvida há mais de quatro mil anos na China, mas só em 1995 foi reconhecida como técnica medicinal no Ocidente.

Sessões de acupuntura ajudam a aliviar o estresse
O método consiste em espetar agulhas de fina espessura (chegam a ser 50% mais finas que as agulhas utilizadas em injeções) em pontos específicos do corpo com o objetivo de aliviar determinado tipo de desconforto.

A eficácia da acupuntura no tratamento do estresse foi analisada em um estudo da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas. A pesquisa tratou 20 adultos, sendo 15 mulheres e cinco homens, de 27 a 65 anos, com quadros de estresse. Após dez sessões individuais, com frequência semanal e duração de aproximadamente 50 minutos, constatou-se diminuição de 75% da presença de estresse.

Segundo Tanigawa, na prática, poucos pacientes procuram consultórios de acupuntura para tratar estresse. "O que acontece é que a pessoa vai para por outro motivo e, depois de um tempo em tratamento, nota uma sensação de bem-estar que não costumava ter e conclui que estava estressada". 


Acupuntura pode aliviar sintomas do estresse
Como agem pela via nervosa, praticamente todas as aplicações de agulhas levam à liberação de substâncias como endorfina e serotonina, que têm poderes calmantes e antidepressivos. Nesses casos, o estresse vai embora como consequência da cura de outro problema.

Quando a reclamação do paciente é sobre estresse, o tratamento volta-se especificamente para essa questão. "Se está em uma situação de perigo, todo animal precisa de um pouco de estresse para sobreviver. O que o corpo faz é produzir mais cortisol, que vai levar o cérebro a usar menos energia a partir da glicose. Daí, essa glicose pode ser mandada para os músculos, para que o bicho tenha forças para fugir", explica o especialista. Acontece que, quando a pessoa fica estressada por muito tempo, começa a sempre fabricar cortisol em medidas anormais. O que a acupuntura faz para resolver o distúrbio é equilibrar as glândulas suprarenais, responsáveis pela produção de cortisol.  
O presidente da Amba ressalta que os tratamentos com acupuntura são muito pessoais. "Como os efeitos variam muito de paciente para paciente, não existem pontos que, quando acionados, resolvem o problema de todos. É preciso descobrir a combinação perfeita de pontos para cada indivíduo", diz. A quantidade de sessões necessárias também depende de cada pessoa. "Em alguns casos, os resultados são imediatos. Mas, geralmente, por volta da quarta ou quinta aplicação, a diferença já é sentida", afirma Tanigawa.

Para quem tem muito medo das espetadas - que é bom lembrar, não machucam -, existe o chamado Stiper, que são pastilhas macias produzidas com silício cristalizado e aglutinado com celulose vegetal, dois elementos 100% naturais, sem efeitos colaterais e sem contraindicações. O silício é o mais potente ordenador de ondas e frequências e tem um grau de eficiência muito próximo ao das agulhas. O adesivo é mantido na pele por um período de três a seis dias e, depois, retirado pelo próprio acupunturista.